Paulo Sousa (1994/1996)

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Paulo Sousa (1994/1996)

Mensagem  Maestro em Sex Fev 12, 2010 9:27 am



Name: Paulo Sousa
Club: Juventus
Number: 6
Position: DMF*, CMF, SMF
Nationality: Portuguese _por
Age: -- (30-08-1970)

Foot: R
Side: R

Length: 177
Weight: 76

Attack: 75
Defence: 76
Balance: 79
Stamina: 87
Top Speed: 77
Acceleration: 75
Response: 83
Agility: 77
Dribble Accuracy: 84
Dribble Speed: 72
Short Pass Accuracy: 87
Short Pass Speed: 82
Long Pass Accuracy: 90
Long Pass Speed: 82
Shot Accuracy: 71
Shot Power: 81
Shot Technique: 74
Free Kick Accuracy: 81
Curling: 83
Header: 67
Jump: 74
Technique: 87
Aggression: 64
Mentality: 80
Keeper Skills: 60 Razz
Team Work: 88

Injury Tolerance: C
Condition/Fitness: 6
Weak Foot Accuracy: 5
Weak Foot Frequency: 5

S06 - Outside curve
S09 - Covering
P08 - Pinpoint Pass
Tactical Dribble
Playmaker
Centre

A/D Awareness Card: Defence Minded

Paulo Manuel Carvalho Sousa é um ex-jogador de futebol português nascido em Viseu a 30 de Agosto de 1970 e que jogava na posição de médio defensivo.

Formado nas escolas do Benfica, onde chegou com 15 anos, estreou-se aos 17 na equipa principal onde na altura jogavam, entre outros, João Vieira Pinto, Paulo Futre, Rui Costa e Vítor Paneira. Paulos Sousa jogara a médio ala direito no mundial de Riad, mas Eriksson, seu treinador no Benfica, viu nele potencialidades únicas para jogar como trinco. De facto, a sua visão de jogo combinada com uma precisão de passe impressionanate, bem como a sua entrega ao jogo, fizeram de Paulo Sousa o trinco que o futebol português nunca voltou a ter.

Depois de sete anos de águia ao peito – durante os quais coleccionou os títulos nacionais de Juvenis, Juniores (por duas vezes) e Seniores (na temporada 1990/91), além de uma Taça de Portugal (na época seguinte) –, Paulo Sousa foi um dos protagonista do êxodo da 2ª circular ao transferir-se para o Sporting, onde permaneceu apenas uma temporada após a qual se transferiu para os gigantes italianos Juventus.

Logo na sua 1ª temporada na Juventus sagrou-se campeão de Itália tendo ganho também a taça. O meio campo era formando por Conte, Di Livio e Marocchi (que cedeu o posto de titular para Deschamps no final do campeonato) e dirigido por Marcello Lippi que, de acordo com Sousa, "o ensinou a analisar os jogos e os treinos, pedindo-lhe opiniões e encorajando-o a ser um dos líderes dentro de campo".

Paulo Sousa era o dínamo que colocava a equipa a jogar a um ritmo elevado mas constante. Recuperando muitas bolas e soltando-as de forma rápida nos seus colegas, lançava o ataque através de passes curtos e longos, ocupando posteriormente muito bem os espaços vazios recuados, e assim providenciando uma rede de segurança à ofensiva da Juve. É certo que não tinha a habilidade de Figo ou a genialidade de Rui Costa, mas apesar do estilo discreto foi um grande organizador de jogo: subtil, pouco faltoso, impecável no posicionamento, recepção, passe e visão de jogo, Sousa era um autêntico Pitágoras futebolístico, a ponto da Gazzetta dello Sport ter escrito: "O meio-campo da Juve tem, finalmente, um regista. Sousa não é Platini mas é igualmente decisivo". Na temporada seguinte o "Geómetra" sofreu muito com as lesões e viu o Milan ser campeão italiano, mas à Juve coube a Champions League ao vencer o Ajax na final, com o português em campo.

Ainda assim, e talvez de maneira um pouco precipitada, a Juventus cedeu um jogador táctico de grande personalidade ao Borussia Dortmund na época de 1997, talvez por considerá-lo fisicamente decadente.

No ano seguinte Paulo Sousa entra para a história numa final com sabor a vingança. O Borussia Dortmund que contava com os ex-Juventus Kohler, Möller, Reuter e Paulo Sousa, venceu a Juventus na final da Champions League de 1997 por 3-1.
Assim, depois de se tornar o 1º português campeão da Serie A, Paulo Sousa tornou-se também o 1º lusitano a vencer duas Champions League com equipas diferentes.

Paulo Sousa voltaria à Serie A em Janeiro de 1998, quando Massimo Moratti foi buscá-lo ao Dortmund para reforçar o Inter que, com o português como "regista", só perdeu o scudetto depois de um polémico embate com a Juventus.

A temporada 1998/1999 foi uma péssima para o Inter que colecionou 4 treinadores - Simoni, Lucescu, Castellini e Hodgson - e terminou o campeonato em 8ª lugar, tendo Paulo Sousa participado em apenas 10 jogos na Serie A.

Há já muito que o físico não era mais a fortaleza inexpugnável de antes e Paulo Sousa passou a época seguinte - a sua última no futebol italiano - entre o Inter e o Parma, para onde o clube de Milão o emprestou no último dia do mercado de Janeiro de 2000, tendo colecionado apenas 10 presenças com o emblema nerazzurri e 8 com o Parma.
Paulo Sousa ainda passou pela Grécia (jogou uma temporada no Panathinaikos) e Espanha (Espanyol) antes de encerrar a carreira em 2002.

Com a seleção portuguesa Paulo Sousa jogou 51 vezes entre 1991 e 2002, tendo participado nos europeus de 1996 e 2000, além de ter figurado entre os 23 convocados para o Campeonato do Mundo de 2002, embora não tenha entrado em campo.

Paulo Sousa no Sporting
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